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| Brasil fica em 16º na Olimpíada Internacional de Matemática |
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A equipe brasileira ficou na 16ª posição na Olimpíada Internacional de Matemática, realizada em Madri e que contava com a participação de mais de 550 jovens de 97 países, informaram nesta segunda-feira (21) os organizadores do evento.
O time do Brasil, formado por Renan Henrique Finder, Henrique Pondé de Oliveira Pinto, Rafael Tupynambá Dutra, Davi Lopes Alves de Medeiros, Régis Prado Barbosa e Marcelo Matheus Gauy, terminou a competição com 217 pontos e com cinco medalhas de prata e uma de
bronze.
A China, com cinco medalhas de ouro e uma de prata, foi a vencedora desta edição da Olimpíada Internacional de Matemática.
A melhor pontuação coletiva, 217 pontos, foi alcançada pelos seis membros do time chinês, que conseguiu seu oitavo triunfo das últimas dez edições da competição.
A China ficou na frente da Rússia - com 199 pontos e seis medalhas de ouro - e dos Estados Unidos - com 190 pontos, quatro medalhas de ouro e duas de prata.
O participante latino-americano melhor classificado foi o peruano Fernando Manrique Montañez, que somou 35 pontos e ganhou uma medalha
de ouro.
A Olimpíada Internacional de Matemática começou no dia 16 na Universidade Politécnica de Madri, e 535 estudantes chegaram à fase final, que aconteceu neste final de semana.
Dos estudantes que chegaram à etapa final, apenas três, um americano e dois chineses, obtiveram resultados perfeitos (42 pontos), ou seja, resolveram os seis problemas propostos (sete pontos cada um).
No total, foram distribuídas 47 medalhas de ouro, 100 de prata e 120 de bronze, além de 103 menções honrosas entre os 535 participantes.
Para se prepararem para a Olimpíada Internacional de Matemática alguns estudantes chegaram a estudar por até três anos, como no caso dos chineses.
Fonte: UOL Educação |
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| Cresce a produção científica no Brasil |
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O Brasil já está na 15ª colocação no ranking da produção científica mundial. Com 19.428 artigos publicados em 2007, o país responde por 2,02% do total da produção científica no mundo, superando a Suíça (1,89%) e a Suécia (1,81%) e aproximando-se da Holanda (2,55%) e da Rússia (2,66%). Os números foram divulgados nesta terça-feira, 8, pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e pelo presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães.
Entre os países latino-americanos, o Brasil é destaque. Em segundo lugar no continente vem o México, na 28ª posição mundial, com 7.469 artigos publicados no mesmo período, o que corresponde a 0,78% da produção no mundo. Quando combinados os fatores território (países com mais de quatro milhões de quilômetros quadrados), população (países com mais de 100 milhões de habitantes) e economia (países com PIB maior do que 400 milhões de dólares), o Brasil figura entre os quatro primeiros produtores científicos do mundo, junto com a Rússia, os Estados Unidos e a China.
No quesito qualidade, medido pela porcentagem de citações – quantidade de artigos citados em outras publicações – o Brasil está em 25º lugar na lista mundial, com 57,6% de artigos citados no período de 2003 a 2007. Em primeiro, está a Dinamarca, seguida pela Suíça. Nesse ranking, China e Rússia ficam atrás do Brasil.
“Continuamos uma trajetória consistente no aumento da produção científica brasileira”, afirma Haddad. “Nossa grande tarefa, agora, é traduzir esse acúmulo de conhecimento para a área do magistério, formando professores para a educação básica.” Segundo o ministro, outro passo importante a ser dado é transformar o potencial de produção científica em aplicação no trabalho. “A Lei de Incentivo à Pesquisa começa a sair do papel. Começam a chegar os primeiros projetos de pesquisa aplicada”, relata.
Para Jorge Guimarães, entre os motivos para a boa colocação do país estão os programas de iniciação científica, o fortalecimento da pós-graduação, a formação de grupos de pesquisa, as cooperações internacionais e, mais recentemente, o Portal de Periódicos da Capes. “O mundo dobrou a produção científica de 1981 a 2006. O Brasil aumentou em nove vezes”, exemplifica.
A área brasileira que se destaca no âmbito mundial em produção científica é a agricultura, com 4.139 artigos produzidos entre 2003 e 2007 – 4% da produção total em todo o mundo. Já dentro do país, o destaque vai para a medicina: 3.745 artigos publicados em 2007. Entre os artigos brasileiros citados nos últimos quatro anos, 71% são da área de neurociências. “Os artigos brasileiros sobre agricultura são pouco citados mundialmente porque a nossa agricultura é tropical; não interessa tanto para países com outro clima”, explica Guimarães.
Para o presidente da Capes, a expectativa para a produção científica brasileira em 2008 é grande. Até agora, o número de publicações é de 18.390. Destas, 14.961 são de artigos científicos. “É quase certo que ultrapassemos a marca de 2007”, comemora.
Fonte: MEC |
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